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Alê Silva defende destaques na Lei Orçamentária e ministérios são contemplados de forma indireta

A Comissão Mista de Orçamento do Congresso Nacional aprovou o relatório da Lei Orçamentária Anual 2021 e com três meses de atraso, Câmara e Senado Federal aprovaram, em sessão do Congresso Nacional, o texto da Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2021. O texto, aprovado na noite de quinta-feira (25), segue agora para sanção da presidência para entrar em vigor.

No dever de ajudar o Brasil, a deputada federal Alê Silva (PSL) apresentou três destaques referentes à recomposição do Orçamento destinado aos setores da Cultura, Turismo e Agricultura, por considerar setores importantes, como peças da engrenagem para restabelecimento da economia. “Entendo que esses setores precisam dessa recomposição porque foram os mais atingidos durante a pandemia. Na cultura, micro e pequenas empresas, empreendedores individuais que sobrevivem dos eventos, não puderam realizar um único evento no ano de 2020, e olha que o socorro chegou de acordo com as possibilidades do governo federal. Mas, com a chegada da vacina, esse setor vai precisar de investimentos para retomar as atividades”, avaliou a deputada federal Alê Silva.

Embora muita gente considere os setores da Cultura e do Turismo como atividades supérfluas diante das outras prioridades como saúde, educação e segurança, Alê Silva entende que eles estão interligados, pois oferecem emprego e geram renda. “Já pensando no período pós pandemia, defendo essa recomposição para que esses setores possam voltar a impulsionar o nosso querido país”, analisa.

Para colaborar com o Ministério da Agricultura, a deputada federal Alê Silva indicou entre os destaques a Embrapa, considerada uma das maiores empresas do mundo no desenvolvimento de tecnologias para o agronegócio e que corresponde a 1/3 do PIB. Alê Silva avalia que a recomposição da empresa, “é justificável em relação ao retorno que trás para o país”.

Entretanto, mesmo reconhecendo a importância dos destaques, o relator-geral, senador Márcio Bittar (MDB-AC), rejeitou os três destaques sugeridos pela deputada federal Alê Silva, sob alegação de que a preocupação da deputada estava atendida de forma indireta, pois em parceira com executivo conseguiram beneficiar os Ministérios do Turismo e da Agricultura com mais de R$ 1,5 bilhão de recursos para cada um dos Ministérios. “Não tenho como arrumar mais dinheiro para os setores nesse momento, mas ressalvo que o orçamento deles estão sendo bem complementados”, esclareceu o senador Márcio Bittar.

 

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