Agilidade nas obras de duplicação da BR-381 reacende a esperança do povo mineiro

Com cerca de 39,9 km de duplicação já concluídos e liberados, sendo 27,9 km no Lote 7 e mais 12 km no Lote 3.1, o governo federal segue com previsão de finalizar mais 9,6 km até o dia 31 de dezembro 61 km da tão sonhada duplicação da BR-381, no trecho entre Belo Horizonte a Governador Valadares, passando pelo Vale do Aço. No momento, os esforços do Departamento Nacional de Infraestrutura (DNIT) e do Ministério de Infraestrutura (MINFRA) estão concentrados na conclusão e entrega de todo o segmento do Lote 7 (entre o km 389,5 e o km 427,0), acelerando os trabalhos inclusive de domingo a domingo.

Para acompanhar o cumprimento de prazos e fiscalizar o andamento das obras, a deputada federal Alê Silva se tornou uma interlocutora entre os usuários da rodovia e o governo federal e tem desempenhado um papel importante, principalmente, para esclarecer dúvidas e receber sugestões dos usuários, como as adequações na sinalização da rodovia por meio de placas ou na pintura asfáltica.

“Existem alguns trechos, que ainda estão confusos, como no lote 3.1, próximo ao túnel de Jaguaraçu. O projeto original elaborado há anos não prévia um problema de solo, e estas correções estão sendo feitas agora, tiveram que fazer um aditamento no projeto e no contrato com as empresas que estão na obra. Então isso complicou um pouquinho, mas ainda assim o prazo será cumprido, conforme já garantiram o Ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, e o diretor geral do Dnit, general Santos Filho”, comenta Alê Silva.

A deputada federal Alê Silva é constantemente procurada por usuários da BR-381, e a maioria das queixas refere-se à ausência de faixas nas vias antigas, ainda sem duplicação. O comerciante Rafael Maia dos Santos e o pedreiro Jaime Ferreira Fraga conversaram com a deputada, próximo ao trevo de Ravena, distrito de Caeté. Um dia após o retorno de uma solicitação junto ao Dnit, Alê Silva foi conferir de perto se as empresas, de fato, fizeram as correções na sinalização. Segundo os moradores de Ravena, a sinalização, quebra-molas ou redutores de velocidade instados neste trecho também ajudariam a diminuir os acidentes no local.

“Está faltando uma campanha de conscientização no trânsito para o povo que circula ou que mora às margens da rodovia. Agora tá sinalizado, mas mesmo assim eu já me deparei com várias situações de imprudência dos motoristas, depois das correções na sinalização”, conta o Sr. Rafael.

Hélio Teixeira dos Santos utiliza a BR-381 quase todos os dias. Na sua opinião, o governo federal está empenhado em recuperar a rodovia, mesmo com o trânsito intenso devido o transporte de carga. “Nós não podemos perder a esperança”, define o entregador, confiante na transformação da BR-381, conhecida como rodovia da morte.

Conforme a diretoria geral do Dnit, quatro contratos de obras já foram celebrados, sendo eles, o Lote 7 e Lote 3.1, em andamento, bem como os Lotes 3.2 e 3.3, já concluídos. O total investido soma R$ 1,17 bilhões, descontando-se valores relativos às supervisões e demais contratações acessórias ao empreendimento, ocasionados por alguns imprevistos em trechos como entre Bom Jesus do Amparo e Nova União, próximo ao KM 406, onde está sendo feito o aterro de um enorme buraco.

Na avaliação dos usuários, existem ainda algumas intervenções a serem feitas nos trechos já duplicados, mas se a obra continuar nesse ritmo, em breve, vai melhorar muito mais para todos que circulam pela rodovia. “Melhorou bastante o trajeto até Belo Horizonte, com essa duplicação que está sendo feita. O sofrimento que tivemos esses anos todos com essa pista, morrendo gente todo dia, vai acabar. Não tenho nada que reclamar do presidente Jair Bolsonaro, só Deus para agradecer o que ele fez pra gente”, reconhece Lúcio Nascimento de Andrade, proprietário de um restaurante no Km 335, as margens da BR-381.

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