TEMOS QUE RESPEITAR A DOENÇA COVID-19, MAS O DESEMPREGO TAMBÉM MATA: DEMONSTRATIVO DO FECHAMENTO DE VAGAS DE EMPREGO NO VALE DO AÇO – MG

Captura de Tela 2020-07-14 às 21.11.14Captura de Tela 2020-07-14 às 21.11.28Captura de Tela 2020-07-14 às 21.11.37Captura de Tela 2020-07-14 às 21.12.06Captura de Tela 2020-07-14 às 21.12.16Captura de Tela 2020-07-14 às 21.12.27Captura de Tela 2020-07-14 às 21.12.36Captura de Tela 2020-07-14 às 21.12.45Captura de Tela 2020-07-14 às 21.13.22Captura de Tela 2020-07-14 às 21.13.31Captura de Tela 2020-07-14 às 21.13.40Captura de Tela 2020-07-14 às 21.13.48Captura de Tela 2020-07-14 às 21.13.56Captura de Tela 2020-07-14 às 21.14.04Captura de Tela 2020-07-14 às 21.14.11Captura de Tela 2020-07-14 às 21.14.19Esse é apenas um pequeno exemplo do que está acontecendo em todo o Brasil. Muitas e muitas vagas de emprego sendo fechadas, sem se ter a mínima noção de quando serão reativadas. Desemprego também mata! Mata através da depressão e mata através do aumento da violência.

Logo no início da pandemia do Covid-19  aqui no Brasil, até mesmo eu defendi a suspensão de várias atividades, mas que isso acontecesse por no máximo quinze dias, pois precisávamos entender a doença. Uma vez entendida e ouvindo a opinião de vários epidemiologistas, cheguei à conclusão de que não precisávamos fechar tudo. Era possível aplicar o que eles chamam de “isolamento vertical”, onde se isola somente grupos de risco. Ou seja, teríamos um cuidado  todo especial para com os idosos e os imunodeprimidos, mas permitiríamos  que as pessoas saudáveis voltassem a trabalhar. Passados mais de cem dias do início da pandemia no Brasil, ainda não chegamos ao fim das decretações de quarentena, isolamento, fechamento do comércio, etc. Acredito piamente que o comércio, principalmente, já deu a sua quota de contribuição para se frear a doença, nada mais se justifica em continuar os  sacrificando.

Como já tenho defendido, vamos ter que aprender a conviver com a Covid-19. Essa doença não vai sumir tão cedo e não sabemos quando que uma vacina eficiente irá surgir – não podemos mais ficar parados. Boa parte da população brasileira já foi reduzida a miséria e tem pela frente um futuro incerto. O Governo Federal também não fabrica dinheiro. Cada cédula de 5, 10, 20, 50 ou 100 reais que chega ao mercado de base  é uma certidão de dívida pública sobre a qual são pagos  juros. Além da dívida que está indo a 100% do nosso PIB, estamos tendo um alargamento da nossa base monetária sem se ter uma linha de produção na mesma proporção. Isso pode resultar em efeitos extremamente danosos a nossa economia, gerando, além do desemprego já noticiado, a recessão e a volta da inflação.

Para conter a crise na saúde, o Governo Federal já fez a sua parte. Enviou bilhões e bilhões para que Estados e Municípios possam se estruturar. Municípios, a exemplo de Ipatinga-MG, até o dia 05/06/2020,  contava com 16 milhões de reais em caixa só para investir em ações de combate à Covid-19 (www.transparencia.gov.br)  Segundo a Portaria 1.666/20 há de chegar ainda, só para esse Município, o valor de 22 milhões exclusivamente para essa finalidade. Agora é a hora de Governadores e Prefeitos fazer a parte que lhes cabe, ou seja, investir esses recursos adequadamente, para que o cidadão comum tenha o conforto de encontrar um serviço público de saúde decente acaso adoeça. Considerando essa contrapartida – estruturação da saúde fazendo bom uso dos recursos públicos enviados pelo Governo Federal – já é mais do que a hora de se retomar a economia, liberando o funcionamento do comércio.

Sabe-se que poderemos levar até anos para recuperar a nossa economia, nossas extintas vagas de emprego. Porém, quanto  antes retomarmos as nossas  atividades empresariais, comerciais, etc., menos tempo levaremos para recuperar as nossas vagas de emprego. Pensemos nisto.

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