Governo Bolsonaro trabalha para mudar a história da pandemia no Brasil, garante Alê Silva

Nosso presidente Bolsonaro tem razão. A população vive um clima de desconfiança com a politização do vírus chinês

Enquanto no Brasil os caciques políticos debatem a politização da vacina do vírus chinês, aliás, diga se passagem, já se tornaram expert em propor soluções imediatas para conter a Covid-19 depois de aterrorizar o mundo inteiro, o governo federal quer identificar as melhores condições para o tratamento do vírus. Por isso, apresentou, nesta segunda-feira (19/10), um estudo clínico da Covid-19 que usou a Nitazoxanida, um medicamento conhecido no Brasil, muito usado para tratar verminoses, e que está trazendo resultados satisfatórios para redução dos sintomas em pessoas infectadas com vírus, ainda em estágio precoce da doença.

A pesquisa contou com testagem em laboratório e com a participação de 1.575 voluntários, em três estados brasileiros (Brasília, São Paulo e Minas Gerais) e apresentou 94 % de eficiência. Com o estudo desenvolvido pelo Ministério da Ciência e Tecnologia desde fevereiro, pretende-se encontrar respaldo cientifico para o enfretamento da pandemia. Usando inteligência artificial foram analisados mais de 2.000 medicamentos e cinco se tornaram promissores, um deles o Nitazoxanida, que teve o melhor desempenho.

Presente na solenidade de apresentação do estudo clinico com a Nitazoxanida, a deputada federal Alê Silva lembrou que desde março a população vive um clima de desconfiança com a politização do vírus chinês, e agora com a vacina. “Um assunto tão sério como esse, pois trata-se de vidas. Gerou a crise da informação e deu autonomia a prefeitos e governadores. Muitos adotaram o lockdown, cavaram sepulturas, fecharam comércio, como se fosse o fim do mundo. Mas ainda temos gestores brincando com coisa séria, enquanto o governo federal trabalha para mudar a história da pandemia em nosso país”, declarou Alê Silva.

De acordo com a deputada federal, é lamentável que ainda continue morrendo em torno de 500 pessoas por dia no Brasil diagnosticadas com o vírus chinês. Por isso, a divulgação dessa pesquisa é de extrema importância, mesmo sabendo que ela não é preventiva, mas é um tratamento precoce ao detectar a doença. “Saio de mais esse evento muito confiante com esse dado cientifico e principalmente porque sabemos o quando o ministro Marcos Pontes persistiu para levar esse estudo a frente, sem que nenhum dos voluntários, inclusive ele, que tomou a medicação no início dos sintomas da doença, fosse hospitalizado”, lembra Alê Silva.

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